Encontro comigo !

 Queridas Leitoras(es) ♡


Oferta especial para Grupos de Leitura e Estudo!

Na compra de 10 exemplares do livro Brumas da Ilha, o grupo ganha um Encontro exclusivo comigo na Plataforma Zoom.

Serão uma hora de conversa sobre insigths, perguntas, curiosidades, sentimentos sobre tudo que se refere ao livro. 

Venha mergulhar comigo nessa vivência ♡




Beijo em brumas ♡♡



Obs: Data do encontro a definir com o grupo após a compra. Capacidade máxima 10 participantes por encontro.





10 anos de Brumas - 4a Edição - Editora Onírica


Brumas  e  eu     💙


Queridas pessoas,

Brumas da Ilha está a fazer 10 anos de sua primeira publicação. 

Sua linda trajetória emociona a mim  e a muitas pessoas que me enviam constantemente mensagens de amor, carinho, encorajamento para seguir nesse meu caminhar de escritora.

Sim, o livro Brumas da Ilha está a fazer 10 anos desde sua publicação em agosto de 2010.

Após cinco anos de muita pesquisa, estudos e criação, o livro emergiu trazendo uma voz que não queria mais se calar.

Foi através da minha inscrição  no 1º  Edital Elisabete Anderle da Fundação Catarinense de Cultura (FCC), que o Brumas da Ilha pode ser editado.

Logo após a sua publicação, recebi o Diploma de Mérito pela Academia Catarinense de Letras pela melhor publicação na categoria romance (2010).

Porém, como toda voz  antiga, que ficou por muito tempo calada, abafada, contida, herda um difícil percurso até chegar em águas mansas.  

Muitas águas se passaram; momentos de pedras, redemoinhos, mas também fluidez.

Em 2017, Brumas da Ilha foi selecionado pelo Edital n. 016/2017 de Aquisição de livros - COCALI - da Fundação Catarinense de Cultura – Governo do Estado de Sta Catarina. Com o recurso, consigo publicar o seguimento da história da IrmandadeFilhas da Lua  - Filiae Lunae .

No ano seguinte,  para minha felicidade, a obra Filhas das Lua  também  foi selecionada pelo Edital n.017/2018 COCALI.

Com essa resposta, eu me conscientizei do que vim fazer aqui neste Planeta Escola. E uma das minhas funções foi trazer essa história, essa voz adormecida dessas queridas e sábias Mulheres.

Agora entrego os livros ao Universo para que mais e mais pessoas possam conhecer o outro lado dessa história, através de um outro prisma.

Abri minha Editora Onírica com o intuito de guardar as obras até que outras guardiãs cheguem e me ajudem a levá-las para mais longe e mais longe, além do mar.

Fico aqui no aguardo.... delas .

Beijo em brumas

Abaixo segue na íntegra o texto de agradecimento que está contido na 4ª edição Brumas da Ilha – 10 anos (2020)



Uma década em Gratidão,

Nesta edição, Brumas da Ilha está a fazer 10 anos de sua primeira publicação.
Seria preciso editar outro livro para pode contar tudo que aconteceu nessa linda trajetória; um outro livro para poder agradecer as pessoas que estiveram envolvida nesse caminhar.
Então, vou agradecer de uma forma ampla para que eu não me esqueça de ninguém, porque todos foram muito especiais para mim.
Eu agradeço a cada pessoa que me incentivou a escrever, que me motivou a continuar quando eu pensei em desistir;  as pessoas que cuidaram do meu lado emocional e espiritual, a cada pessoa que me ajudou na revisão, nas novas ilustrações, nos novos designer para deixar o livro cada vez mais bonito ao leitor.
 Agradeço as pessoas que vieram e se foram, as que chegaram e ficaram  e as que estão por vir. Todas vocês são enviadas pela mais Alta hierarquia Divina para que possamos aprender umas com as outras e seguir em nossa evolução. Todas essas pessoas, sem exceção, foram minhas treinadoras espirituais.
Muitíssimo grata!

Agradeço aos meus pais, Walter e Laide, por vocês terem aceitado serem o meu portal de entrada neste lindo Planeta Escola. Honro vocês com todo o meu amor e gratidão; sigo em frente e tomo a vida que vocês me deram.
A todos os meus antepassados, minha ancestralidade,  de onde eu vim. Levo vocês todos comigo. Honro tudo que vocês passaram, as portas que abriram para que minha vida se torna-se mais fácil, as pedras que retiraram e os remos que deixaram.  Atravesso o outro lado por vocês.
Às minhas irmãs, de sangue, de alma, de riso, todas as mulheres, pelo carinho e atenção sempre.
Ao meu marido, Mauricio, por toda a força, persistência, carinho e amor. Com você tudo fica mais leve e divertido.
A todas as leitores, minha eterna gratidão. Sem vocês, o livro não existiria!
E minha maior gratidão é ao meu querido Deus PaiMãe, por todas as bênçãos, por sempre me indicar o caminho certo e por sempre arrumar, de alguma forma, um jeitinho de eu me lembrar de que sou sua filha amada e querida.


G.R.A.T.I.D.Ã.O. !






A Voz das Ancestrais na Ilha de Santa Catarina


Olá, queridos Seres!



Segue  o vídeo (caseiro) da Palestra Musical realizada no Luau do Multi Open Shopping no dia 27 de dezembro de 2019. Agradecendo muitíssimo a Clarissa, Gerente de Marketing, e ao Grupo Livraria Letraria.

Gratidão a todos que compareceram, participaram e adquiriram os livros.

Beijo em brumas 


Música As Guardiãs



AS GUARDIÃS (CLIPE) 

Composição: Maurício Ferreira
Participação vocal: Bianca Furtado F.
Arranjo: Jorge Lacerda








Filhas da Lua é selecionado pelo Edital COCALI 2018



Olá, queridos Seres!


E agora foi a vez do livro Filhas da Lua  ser selecionado pelo Concurso Público - Edital COCALI 2018 da Fundação Catarinense de Cultura (Governo do Estado). 

Serão 300 exemplares distribuídos em toda a rede de Bibliotecas Públicas de Santa Catarina.
E sob o selo da Editora Onírica ❤ (criada em 2017 para exclusivamente editar, publicar e distribuir minhas obras).

Em 2017, quando o o Brumas da Ilha foi selecionado pelo Edital COCALI 2017, foi uma grande emoção. 
E ter mais uma vez um livro selecionado por este Edital, é um duplo presente. 


É um sonho realizado ver essa história caminhando, navegando por terras e mares  💕

No dia 12 de março de 2019, fizemos a entrega dos 300 exemplares lá no Centro Integrado de Cultura (CIC). Muito feliz  
Agradecendo muito a minha família ♡♡♡ Meus Ancestrais que me acompanham nessa jornada. 
Gratidão as pessoas envolvidas na produção deste livro.
O artista plástico português (Lisboa) Luis Fnogueira (obra capa) 
Meu Professor José Ernesto de Vargas (tradução Latim) 
A artista plástica  Andrea Honaiser  (Ilustradora)
Cloi Polastro (diagramação) 
Meu marido Maurício Ferreira por fazer a revisão de textos final e por sempre me apoiar em tudo que preciso. 

Agradeço ao Governo de Santa Catarina, sob a forma da Fundação Catarinense de Cultura, por criar esses editais. É um forte incentivo aos autores catarinenses.

Gratidão a todos vocês Leitoras e Leitores
 Sem vocês o livro não existiria. 

E lá vamos nós ♡♡








beijos lunares 


Porto das Artes - Brumas da Ilha - Edição especial


Quer conversar comigo sobre o livro Brumas da Ilha  ?

Em clima de aniversário da minha querida cidade Floripa (para os íntimos, Nossa Senhora do Desterro), estarei no dia 19 de março, as 19h30, no Clube do Livro do Porto das Artes.
Faremos uma aconchegante Roda de conversa sobre a história que envolve o meu romance.

Abaixo segue o link com todas as informações sobre este Encontro.

Brumas da Ilha no Porto das Artes - Edição Especial



Beijos em brumas 

Ilhas de brumas



O Artigo abaixo foi especialmente escrito para o Jornal SER MULHER Ano 1, no 2, coordenado  por Nanda Pedrotti e Mônica Giraldez (in memorium) .

Você pode encontrá-lo em vários pontos da Grande Florianópolis.
Para mais informações, contate (48) 99106.9450

Uma ótima leitura!


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  Ilhas de brumas





(...) minha avó tirou um fumo de corda do bolso da saia,
enquanto o enrolava calmamente,
pediu-me para que eu abrisse a janela.
Nada dava para ver, mas sabíamos que a Ilha do Corvo
estava lá, protegida por suas brumas misteriosas
num perfeito véu nebuloso.
(Brumas da Ilha, 3a edição, 2017)




Névoa, nevoeiro, cerração, neblina esses os nomes pelo quais conhecemos  essas  misteriosas e envolventes gotículas de água que criam um véu diminuindo a visibilidade; um fenômeno da natureza (e dos Elementais).

No entanto, a bruma compõe-se de partículas de água suspensas que são um pouco maiores do que as partículas do nevoeiro, porém menores do que as gotas de chuva fina. É como se fosse um fenômeno específico para um determinado propósito.

O termo brumas  é utilizado para indicar nevoeiro no mar, ilha e litoral. No sentido figurado da palavra, brumas significa que algo se torna incompreensível aos olhos da razão, ou seja, algo que você precisa ver com os olhos da alma, da intuição.

Na etmologia, brumas vem do latim brumae que quer dizer Solstício de Inverno, propriamente significa o “dia mais curto do ano”, a estação na qual o corpo e a alma se recolhem para dentro de casa; para nos aquietarmos, agradecer, refletir sobre todo o ciclo que se passou e guardar energia para o novo caminhar (pelo menos era assim que deveríamos fazer).

Quando iniciei os escritos do livro Brumas da Ilha, eu não sabia que o título seria esse. Claro que a saga As Brumas de Avalon, de Marion Zimmer,  foi umas das grandes referências para então iniciar a história sobre as Mulheres intituladas de bruxas na Ilha de Santa Catarina, nossa querida e velha Nossa Senhora do Desterro.
No entanto, o título realmente surgiu quando comecei a pesquisar sobre  o Arquipélago dos Açores e soube que as nove Ilhas eram conhecidas como Ilhas de bruma, dentre as quais a mais fortemente, a Ilha do Corvo.

Ao chegar na Ilha do Corvo, dentre as minhas pesquisas virtuais, simplesmente senti um fascínio e uma saudade visceral. No oceano, uma pequena Ilha, uma cratera vulcânica onde há um lago, menos de 500 habitantes, isolada e quase esquecida do mundo.

Na época das navegações, era conhecida como a Ilha Misteriosa, pois durante quase todo o ano uma densa névoa a envolvia. Alguns navegadores passavam sem ao menos saber que ali havia terra. Para alguns pesquisadores, a Ilha do Corvo tem uma conexão com Avalon, e consequentemente, com a Ilha de Santa Catarina.

Para mim, estava muito nítido. Eu havia encontrado (inconscientemente) uma Rota Sagrada entre a lendária Avalon, o Arquipélago dos Açores e a Ilha de Santa Catarina. Nesta jornada Sagrada, também entram os caminhos do Norte de Portugal e Galiza. Sinto que quando vejo as brumas em algum lugar, sei que um véu de proteção para algum portal, para uma outra dimensão está sendo aberto.

 Água, o elemento feminino, silêncio, pausa, escuro, úmido, espera, magia e encantamento.

Lembro-me do lançamento da 1a Edição do Brumas da Ilha,  em 27 de agosto de 2010 no Shopping Iguatemi. Um denso nevoeiro cobriu toda a Ilha. Minhas amigas me ligavam, enviavam mensagens eufóricas perguntando o que estava acontecendo com a Ilha: ela estava coberta por uma névoa densa, brumosa.
Eu apenas respondi: “... são elas, saindo do livro....não consigo mais segurá-las”.
“Elas quem?”, perguntaram-me ansiosas.
“Vocês irão saber”, emocionada finalizei a mensagem.

Ainda hoje me emociono com a história que veio até mim. Brumas da Ilha trouxe a  história da nossa Ancestralidade. Sinto que quando alguém abre o livro, em algum lugar desse planeta, um portal se abre em brumas
E assim é.






 Beijos em brumas


As Guardiãs da Ilha



O Artigo abaixo foi especialmente escrito para o Jornal SER MULHER, coordenado por Mônica Giraldez  e Nanda Pedrotti .

Você pode encontrá-lo em vários pontos da Grande Florianópolis.
Para mais informações, contate (48) 99106.9450

Uma ótima leitura!


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As Guardiãs da Ilha 



Mas algo me dizia que as mortes das Baleias
era um dos principais motivos para que o restante dos Guarani
tivesse fugido para fora da Ilha.
Eles explicam que as Baleias são Guardiãs da memória da Terra.
Matá-las leva o homem ao esquecimento de si,
do seu registro na Terra, da sua história.
E quem não conhece a sua história, fica perdido do espírito.
(Filhas da Lua, 2017)





Quando eu estava pesquisando para a criação do meu segundo livro, Filhas da Lua, um forte chamado das Baleias veio até mim.

Na época, há seis anos, lembro-me de que minha amiga Elaine trouxe-me o relato de um pesquisador que informava o real motivo do povo Carijó, do tronco Tupi Guarani, ter se afastado da Ilha de Santa Catarina, da Terra Meiembipe.
Não havia tantos mais Vicentistas na Ilha, que os surravam, escravizavam e levavam para longe de sua terra.
Porém, havia algo muito maior, uma dor insuportável que os faria sair e se refugiarem próximos às Montanhas do outro lado do continente; não para fugirem, mas para poderem realizar seus rituais de amor e perdão às Guardiãs da Terra: as Baleias.

Quando os açorianos anunciaram as construções de Armações dando início a pesca das Baleias, os Carijós (Guarani) não aguentaram tamanho sofrimento. As tentativas de diálogos foram em vão. Tristes e perplexos com tamanha crueldade, não entenderam como uma relação amistosa entre eles havia chegado a esse ponto. 

Os açorianos chegaram extremamente debilitados da longa viagem até a Capitania de Santa Catarina. Aqui, as sementes de trigo que a Coroa portuguesa havia fornecido, não vingava e tanto mais outras coisas. Foi através do espírito compassivo e acolhedor dos Carijós que os açorianos aprenderam a como ler essa terra. Foram lhes ensinados sobre locais de pesca, o quê e onde plantar, criação de engenhos de cana e farinha, construção de canoas, confecção de cestos e tudo mais.
Ao negarem os apelos dos Pajés para a não construção das Armações de pesca às Baleias, os açorianos macularam a Ilha.

Para os Guarani, estava quebrado um encanto e profanado a condição de que a Ilha era a terra abençoada: A Terra sem Males.
Para os Guarani e quase toda a nação dos Povos Nativos do mundo inteiro, as  Baleias são as Guardiãs da Memória da Terra e de todo Universo. 
Enviadas pelo Povo das Estrelas, têm como missão guardar os registros da memória deste Planeta, bem como de toda a humanidade.
Junto com as Baleias, os Golfinhos são os Mensageiros desses registros.

O livro Filhas da Lua, a continuação do romance Brumas da Ilha, traz essa passagem com o intuito de os leitores terem consciência sobre essa história.
As Armações construídas, entre elas a Armação da Lagoinha, fizeram da Praia do Matadeiro, termo originário de Saco do Matadouro, ser o local que se fazia o abate de Baleias na Ilha.

Durante os anos de 1749 a 1796, no qual a Coroa Portuguesa tinha o direito ao monopólio dessa atividade, em torno de 2800 Baleias foram mortas para a produção de pipas de azeite (óleo de Baleia), bem como o aproveitamento de carne, gordura e barbatanas, fomentando a economia do povo litorâneo. Isso significa que nesse período, em torno de 60 Baleias foram mortas por ano, esquartejadas nas Armações do litoral catarinense no inverno do sul do Brasil.

As Baleias Franca deixam as águas geladas da Patagônia e vêm dar à luz e amamentar seus filhotes na costa catarinense, no período que vai de julho a outubro.

Sim, este é o momento de elas darem à luz aos seus filhotes e amamentá-los até que se tornem fortes o bastante para fazerem a viagem de volta. Não precisamos ter uma imaginação fértil para saber que vários filhotes de baleia morreram de fome, pois o abate era preferencial em Baleias adultas.

Há alguns que irão defender esse episódio alegando que os açorianos precisavam disso para expandir-se economicamente.

Não quero e não vou trazer essa questão. Sinto que nesse momento, preciso sim olhar para meu povo, meus antepassados açorianos com sentimento de amor e transmutação de dor. Não me convém julgar, mas me convém amar e pedi perdão às nossas Guardiãs.

O pedido de perdão não é para as Baleias (Elas não precisam disso), é para o nosso ato não tão glorioso do passado; é por mim; é por meus ancestrais.
Peço gentilmente que cada um que esteja lendo essa mensagem, olhe-se para dentro, escute sua fonte, veja-se nessa história e comece a sentir as Baleias com um olhar ainda mais de gratidão e amor.

A cada ano mais e mais Baleias visitam a Ilha. Gostaria muito de ver o nome Matadeiro e Armação sendo alterados para “Santuário das Baleias” ou algo semelhante.
Quem sabe um dia isso vira um projeto...  Quem sabe... Por enquanto, o pedido de Sinto muito e gratidão é o que meu coração anuncia.


Sinto muito e Gratidão !






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Beijos em brumas 

Texto protegido pela Lei do Direito Autoral nº 9.610/98.
Compartilhe com os créditos.




Projeto BRUMAS nas Escolas


Por que levar o livro Brumas da Ilha da escritora Bianca Furtado para sua Escola?

-  Em 2009, Brumas da Ilha foi um dos projetos na área de Letras que ganhou o 1o Edital de Incentivo à Cultura Elisabete Anderle coordenado pela Fundação Catarinense de Cultura (FCC), da qual recebeu recursos para que a obra fosse publicada. 

- Em agosto de 2010, a autora Bianca Furtado lança o livro Brumas da Ilha  e, em seguida, recebe o Diploma de Mérito da Academia Catarinense de Letras pela publicação na categoria de melhor Romance do ano. 

- Brumas da Ilha é um romance histórico que aborda fatos e lendas da nossa colonização açoriana e portuguesa. Para mais informações sobre o livro, clique aqui

- Em 2017, o livro foi um dos 12 contemplados com o Edital COCALI 2017. 300 exemplares do livro Brumas da Ilha foram adquiridos pela Fundação Catarinense de Cultura para serem distribuídos em todas Bibliotecas Públicas do Estado de Santa Catarina.  

- Em 2017, a autora Bianca Furtado abre a sua própria editora e lança o livro Filhas da Lua com o selo da Editora Onírica. 

- Filhas da Lua é a continuação do romance histórico Brumas da Ilha. Para mais informações sobre a obra, clique aqui


Compre os livros e leve história, lendas  e magia da Ilha de Santa Catarina  para dentro das Instituições Educacionais. 

De presente, a autora se coloca disponível para realizar uma Roda de Conversa com os alunos.


Entre em contato agora e saiba como adquirir os livros com Nota Fiscal fornecida pela Editora Onírica:

editoraonirica@biancafurtado.com
(48) 99646.7969




As Ancestrais da Ilha agradecem !


O Importante:

- A Roda de conversa deverá ser agendada com a Equipe da Editora Onírica.
-O Projeto Brumas nas Escolas é válido somente para a Região da Grande Florianópolis/SC. Caso outras Cidades e Municípios se interessem pelo projeto, haverá o custo do transporte, alimentação e estadia da autora e de sua equipe (mais uma pessoa, sendo o total de duas pessoas). A Equipe Onírica agradece !





Editora Onírica
                        produzindo e realizando sonhos 💕



  

A Décima Ilha - Um olhar à nossa Ilha de Santa Catarina


Essa música é uma homenagem a nossa linda Ilha de Santa Catarina - Floripa.

Ela nasceu em 2016, às 06h30 nas dunas da Praia do Campeche.

Estávamos assistindo ao nascer do Sol, quando Maurício (Mau) me perguntou qual música eu escolheria para cantar naquele momento.

Sorri e fui cantarolando... "Uma Ilha de encantos e  entre o céu e o mar, dois amantes tão distantes a se aproximar ..."

Ele franziu a testa, a tentar buscar na memória, e disse-me "eu conheço essa música... de quem é mesmo?"

Eu dei uma risada, "é minha, acabei de criar ..."

Compositor que ele é, ficou intrigado. Perguntou-me como havia surgido a música. E eu disse, "apenas veio."

Fomos para a Pousada e ele compenetrado, me dizia para não parar de cantarolá-la assim não esqueceríamos a melodia.

Fizemos o café com ele a escrever a letra e as cifras e terminamos juntos o que eu havia começado.

E aqui está, com muito amor e encantos:   


A DÉCIMA ILHA 


Uma Ilha / de encantos
Entre céu e o mar
Dois amantes /  tão distantes
a se aproximar

Sol e sons / Lua e amar
Céu em teu olhar

Sol nascente  /  Lua nasce
brota em teu olhar

Sol em mim  / Lá em ti
Dó  Ré  Mi  Fá  Si

Sol e sons / Lua e amar
Céu em teu olhar






beijos em Sol nascente